
Pier Petruzziello quer viabilizar o Aluguel Social destinado às mães atípicas em Curitiba
setembro 15, 2025
Vereador Pier quer criar Feiras de Artesanato produzido por mães atípicas
outubro 16, 2025Curitiba pode estar prestes a escrever mais um capítulo de sua história de inovação e humanidade. O vereador Pier Petruzziello apresentou uma proposição ousada e transformadora: a criação do Parque do Autista, um espaço público temático e totalmente inclusivo, pensado para atender às necessidades de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias. A iniciativa não é apenas mais uma ideia no papel. Trata-se de uma revolução urbana e social, que coloca a capital paranaense na vanguarda da acessibilidade e da inclusão no Brasil.
“Curitiba sempre foi referência em planejamento urbano, agora pode se tornar referência também em respeito à neurodiversidade”, afirmou Petruzziello em sua justificativa.
Um espaço inédito no país
O Parque do Autista contará com playgrounds inclusivos, áreas de autorregulação, jardins sensoriais, espaços terapêuticos, auditórios e até mesmo quiosques gastronômicos inclusivos, onde pessoas com deficiência terão oportunidades de trabalho. Será um refúgio de acolhimento e convivência comunitária, pensado não só para os autistas, mas para suas famílias e toda a sociedade.
Dados que impressionam
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), divulgado em 2025, 1 em cada 31 crianças nasce com TEA. Isso significa que milhares de famílias curitibanas convivem diariamente com os desafios da inclusão, do lazer adaptado e do apoio psicossocial. É justamente para atender essa necessidade gritante que a proposta foi desenhada. O vereador destacou que cidades como Balneário Camboriú, São Paulo e Sorocaba já avançaram com projetos semelhantes, mas Curitiba pode dar um salto ainda maior e se tornar modelo nacional em inclusão.
Impacto na comunidade
Com a implantação do parque, os impactos esperados são claros:
• Inclusão efetiva das pessoas com TEA em espaços públicos;
• Acolhimento às famílias atípicas;
• Redução do preconceito e aumento da conscientização;
• Fortalecimento da imagem de Curitiba como capital da acessibilidade.
O futuro começa agora
Para Pier Petruzziello, não se trata apenas de construir um parque, mas de construir cidadania. Ele propõe que o projeto seja implantado em fases, garantindo viabilidade financeira e abrindo espaço para parcerias público-privadas e emendas parlamentares. “É mais do que uma obra. É um símbolo de respeito, inclusão e amor ao próximo. O Parque do Autista será um marco na história de Curitiba”, destacou o vereador.




